Olááááá :)
A etapa seguinte ao término do curso de adaptação é a procura de emprego (tinha que ser, né? Nem pra ser férias... uma semana em Cuba ou no caribe mexicano!!! Ou ainda uma visitinha no Brasil para visitar a família, porque eu estou morrendo de saudades!!!)
Voltando pra realidade... rsrs
Fui na feira de empregos (salon d'emploi) a uns 15 dias atrás e distribui currículos (6) igual uma doida, rs.
Aliás, fomos. Eu, a Rachel (uma enfermeira brasileira) e dois amigos marroquinos que estão terminando o curso de integração. Aqui em Montréal tem várias "feiras de emprego" (eu acho melhor a palavra "salão de emprego"
Então... quinta-feira passada fiz minha primeira entrevista de emprego, resultado da ida ao salão de empregos. Eles me ligaram para marcar uma entrevista elá fui eu :) Me avisaram também que teria um teste escrito, que eu poderia responder em francês ou em inglês.
A entrevista foi no hospital geral Lakeshore, em Pointe Claire, uma cidade pequena com uns 30.000 habitantes, localisada a leste de Montréal. Na verdade, é como um bairro beeeeem distante da centre ville, mas ainda dentro da ilha de Montréal.
Cheguei faltando uns 15 minutos e a recepcionista já me deu uns formulários para começar a preencher. Antes de terminar de preencher os formulários, fui chamada para a entrevista, com a diretora de recursos humanos e a gerente de enfermagem. Muito simpáticas. A gerente de enfermagem então, bem extrovertida.
Comecei a entrevista respondendo as perguntas da diretora de RH, sobre mim, minhas experiências de trabalho, meus pontos fortes e minhas fraquezas, contar uma história de uma situação difícil que eu passei no meu trabalho, etc
Com a gerente de enfermagem deu um friozinho nas mãos, rsrs
Todas as perguntas giraram em torno de situações clínicas. Ela lê uma história de caso e faz as perguntinhas, por exemplo: você acaba de receber seu plantão, a campainha de um quarto toca (a campainha foi acionada pelo companheiro de quarto da sua paciente) e chegando no quarto, sua paciente está quase inconsciente. Você já sabe que sua paciente é diabética, hipertensa, etc.
Perguntas: o que você suspeita que é e quais as suas atitudes (o que vc faz).
Outra pergunta: você acabou de receber o plantão, uma paciente postop. 1 de apendicectomia chama, você chega e a encontra de pé, ao lado da cama, com a mão no pescoço. Ela diz que a dor irradia para o queixo.
O que você faz?
A entrevista toda foi nesse nível, com umas duas perguntas sobre ética. Durou 1 hora. Me disseram que em duas semanas vão entrar em contato comigo para dar a resposta. Ah, o teste escrito foi a mesma coisa da entrevista, com histórias de caso. Lembrando que diabetes, angina, alívio da dor e pequenos cálculos de medicamentos estão presentes em praticamente todas as entrevistas que escuto falar aqui.
Torcer, agora e continuar a procura :)
Abraços
Lucinei
segunda-feira, 16 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Término do curso de integração
Salut, bonjour, olá :)
É...eu falei que voltaria para falar sobre o final do curso de integração, não falei? Alguns dias em atraso...e aqui estou eu.
Acabamos o temido F-94, que é o último estágio em medicina-cirurgia para quem faz somente o tronco comun do curso de integração. Quem precisa de adaptações em geriatria e psiquiatria, ainda continuam ralando.
Graças a Deus, o F-94 foi muito melhor e mais tranquilo que o F-93, simplesmente pelo fato de termos ótimos supervisores de estágio, porque a supervisora do F-93 ninguém merece!!! Ô sorcière!!!!! Pronto!!! Desabafei :)
Esses dois módulos realmente são os mais puxados. Mistura muita teoria com estágio (8 horas diárias de estágio). O chato é que durante o estágio você tem muitos trabalhos a fazer (trabalhos do próprio estágio), aulas téoricas e provas. Acaba misturando um poucos as coisas. Acho que seria bem melhor se teoria e provas fossem dadas TODAS no começo do módulo, e o estágio deixado para o final do módulo. Simples e fácil.
O hospital que eu estagiei foi o hospital Charles LeMoyne, que fica na região da Montérégie, na cidade de Longueuil, bem pertinho de Montréal. É um hospital universitário, afiliado da Université de Sherbrooke. Gostei muito de lá, "souf" (exceto), rsrs, algumas víborazinhas, rsrs, que encontramos...mas...isso tem em todo lugar, em todas as profissões. Particularmente, não tive nehum problema com esses seres. Mas, algumas colegas tiveram pequenos probleminhas com algumas enfermeiras, tipo "marcação", pegar no pé, etc. Mas, elas superaram bem e passaram no estágio. Menciono isso aqui porque nem tudo é perfeito. Esse tipo de mal entendido acontece mais frequente do que a gente pensa. Temos que ter a humildade de analisar a situação, corrigir os erros..e...bola pra frente. E sempre pensar que quem está precisando "réussir"o curso, somos nós, imigrantes. Não adianta nada fechar a cara, discutir com enfermeiras do hospital, com o professor, etc. A NÃO SER... que você esteja coberto de razão e tenha argumentos que provem que você está certo. Mas, é assim em todo lugar, não é mesmo? :) O que eu e outras colegas de curso percebemos é que tem gente que tem dificuldades em aceitar críticas. Assim fica difíiiiiiiiicil...se tem uma coisa que os profs québécoises adoram é que você reconheça que você errou e que você saiba aceitar críticas. Isso mostra que você está aberto para novos conhecimentos.
Boooom, voltando ao curso :)
No F-93, cada aluno ficou com um paciente. Moleza, né? KKK Nada!!! Você chega, pega as informações de seu paciente, recebe o plantão e começa a trabalhar. E ainda faz pesquisas enquanto você trabalha. Se seu paciente tiver fazendo uso de 15 ou 20 medicações, você tem que pesquisar todas antes de mostrá-las ao seu prof. Saber os seguintes itens: classe, modo de ação, efeitos terapêuticos, reações adversas, o que você tem que avaliar em seu paciente antes de dar o medicamento e o que você deve observar depois.
Mas, depois dos 3 primeiros dias você você pega o ritmo. Normalmente, para cada pergunta que você fizer a seu prof, vai significar: pesquisa. A maioria vai dizer: vai pesquisar. Alguns profs mais "humanos" até respondem algumas perguntas. Depende de cada professor.
O F-94 segue no mesmo ritmo. A diferença é que você fica agora, com 2 pacientes. Mas dá tempo de trabalhar bem, fazer tudo o que você precisa fazer. Às vezes atrasa um pouquinho os procedimentos, mas é porque o prof precisa ver tudo que os alunos fazem, checar os medicamentos, acompanhar nos procedimentos, etc.
Opinião pessoal: gostei muito do curso, acho que realmente as enfermeiras formadas em outros paises precisam mesmo passar por ele. A prática da enfermagem realmente é direferente, é o tipo québécois de exercer a nossa profissão e a gente tem que se adaptar mesmo. O curso faz uma ótima revisão do que eles julgam mais importante aqui. Isso só ajuda e dá confiança pra gente entrar no mercado de trabalho. É um curso realmente bem exigente. E válido. Quem lê meus posts sabe que a ordem das enfermeiras daqui me deu a opção de escolher entre o estágio de 30 dias num hospital e o curso de integração. Tentei o estágio e não deu certo por causa do nível de francês. Desisti e resolvi fazer o curso. E recomendo.
Agora vem uma nova etapa: procurar emprego :)
Beijos. Lucinei
É...eu falei que voltaria para falar sobre o final do curso de integração, não falei? Alguns dias em atraso...e aqui estou eu.
Acabamos o temido F-94, que é o último estágio em medicina-cirurgia para quem faz somente o tronco comun do curso de integração. Quem precisa de adaptações em geriatria e psiquiatria, ainda continuam ralando.
Graças a Deus, o F-94 foi muito melhor e mais tranquilo que o F-93, simplesmente pelo fato de termos ótimos supervisores de estágio, porque a supervisora do F-93 ninguém merece!!! Ô sorcière!!!!! Pronto!!! Desabafei :)
Esses dois módulos realmente são os mais puxados. Mistura muita teoria com estágio (8 horas diárias de estágio). O chato é que durante o estágio você tem muitos trabalhos a fazer (trabalhos do próprio estágio), aulas téoricas e provas. Acaba misturando um poucos as coisas. Acho que seria bem melhor se teoria e provas fossem dadas TODAS no começo do módulo, e o estágio deixado para o final do módulo. Simples e fácil.
O hospital que eu estagiei foi o hospital Charles LeMoyne, que fica na região da Montérégie, na cidade de Longueuil, bem pertinho de Montréal. É um hospital universitário, afiliado da Université de Sherbrooke. Gostei muito de lá, "souf" (exceto), rsrs, algumas víborazinhas, rsrs, que encontramos...mas...isso tem em todo lugar, em todas as profissões. Particularmente, não tive nehum problema com esses seres. Mas, algumas colegas tiveram pequenos probleminhas com algumas enfermeiras, tipo "marcação", pegar no pé, etc. Mas, elas superaram bem e passaram no estágio. Menciono isso aqui porque nem tudo é perfeito. Esse tipo de mal entendido acontece mais frequente do que a gente pensa. Temos que ter a humildade de analisar a situação, corrigir os erros..e...bola pra frente. E sempre pensar que quem está precisando "réussir"o curso, somos nós, imigrantes. Não adianta nada fechar a cara, discutir com enfermeiras do hospital, com o professor, etc. A NÃO SER... que você esteja coberto de razão e tenha argumentos que provem que você está certo. Mas, é assim em todo lugar, não é mesmo? :) O que eu e outras colegas de curso percebemos é que tem gente que tem dificuldades em aceitar críticas. Assim fica difíiiiiiiiicil...se tem uma coisa que os profs québécoises adoram é que você reconheça que você errou e que você saiba aceitar críticas. Isso mostra que você está aberto para novos conhecimentos.
Boooom, voltando ao curso :)
No F-93, cada aluno ficou com um paciente. Moleza, né? KKK Nada!!! Você chega, pega as informações de seu paciente, recebe o plantão e começa a trabalhar. E ainda faz pesquisas enquanto você trabalha. Se seu paciente tiver fazendo uso de 15 ou 20 medicações, você tem que pesquisar todas antes de mostrá-las ao seu prof. Saber os seguintes itens: classe, modo de ação, efeitos terapêuticos, reações adversas, o que você tem que avaliar em seu paciente antes de dar o medicamento e o que você deve observar depois.
Mas, depois dos 3 primeiros dias você você pega o ritmo. Normalmente, para cada pergunta que você fizer a seu prof, vai significar: pesquisa. A maioria vai dizer: vai pesquisar. Alguns profs mais "humanos" até respondem algumas perguntas. Depende de cada professor.
O F-94 segue no mesmo ritmo. A diferença é que você fica agora, com 2 pacientes. Mas dá tempo de trabalhar bem, fazer tudo o que você precisa fazer. Às vezes atrasa um pouquinho os procedimentos, mas é porque o prof precisa ver tudo que os alunos fazem, checar os medicamentos, acompanhar nos procedimentos, etc.
Opinião pessoal: gostei muito do curso, acho que realmente as enfermeiras formadas em outros paises precisam mesmo passar por ele. A prática da enfermagem realmente é direferente, é o tipo québécois de exercer a nossa profissão e a gente tem que se adaptar mesmo. O curso faz uma ótima revisão do que eles julgam mais importante aqui. Isso só ajuda e dá confiança pra gente entrar no mercado de trabalho. É um curso realmente bem exigente. E válido. Quem lê meus posts sabe que a ordem das enfermeiras daqui me deu a opção de escolher entre o estágio de 30 dias num hospital e o curso de integração. Tentei o estágio e não deu certo por causa do nível de francês. Desisti e resolvi fazer o curso. E recomendo.
Agora vem uma nova etapa: procurar emprego :)
Beijos. Lucinei
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Notícias :)
Bonjour à tous!
Estou meio sem tempo para preparar um post interessante, mas vou escrever poucas linhas sobre o curso de adaptação. Como todos que lêem minhas postagens sabe, o tal curso é bem puxado. As matérias são muitas e são"jogadas" de balde, rs
No começo (F91, F92 e F93), uma matéria pode ser dada em 2 ou 3 aulas. No F94 (a última etapa), cada aula é um assunto diferente. Não que seja coisa do outro mundo. Fisiologia, sinais e sintomas, etc, é igual em todos os países! Mas, o fato de estarmos estudando em outra língua faz toda a diferença. Pra todos quem vem do Haiti, do Marocos e de todos os países que falam a língua francesa como língua segunda...fica beeeem mais tranquilo.
E no meu ponto de vista, é essa a grande dificuldade. A língua. Como eu já tinha 1 ano de Montréal quando comecei meu curso e já tinha feito 8 meses de francês, deu pra acompanhar bem as aulas. Mas, conheço algumas pessoas que falam espanhol, não tinham estudado bem o francês, foram reprovados no primeiro ou no segundo módulo, justo por causa da língua. Nada impossível...nada disso...mas que é bem puxado, isso é.
Bom, estou no F94, a última etapa do curso (num total de 7 meses no cégep Edouard Montpetit), fazendo estágio. Professores super mega exigentes...pra variar!
O hospita Charles LeMoyne (onde faço estágio) é um hospital universitário. Gostei muito de lá. Tem tudo que você precisa para trabalhar: de medicamentos a utensílios, não vi faltar nada (ainda, rs). Tem utensílios muito práticos para facilitar o dia a dia. Por exemplo: você faz uma coleta de sangue e no seu próprio setor tem um sistema de envio, que é tipo um painel e você coloca as amostras dentro de uma cápsula (système de capsule pneumatique, o nome desse tipo de transporte) aperta o nr do laboratório...e voilà...a cápsula vai parar lá no laboratório. Daí, vc recebe, no seu setor, os resultados dos exames (todo setor tem seu PC, e sua impressora. E funciona!). Esse sistema de comunicação tem conexão com quase todos os setores dos hospitais. Muuuito prático.
Para vocês terem uma idéia do sistema, para quem não conhece, clique aqui e veja o seu uso em "applications médicales".
Na semana passada nossa professora de estágio nos disse que o diretor de RH quer marcar um café conosco (chique, né? rsrs) para oferecer vagas disponíveis para enfermeiras no hospital. Como aqui falta muita enfermeira mesmo, eles já tentam "laçar"a gente no último módulo do curso.
Dia 31 de março voltarei para dizer se eu passei no temido F94. "Tam tam tam tam tam..."
Bisous e até lá :))
Bonjour à tous!
Estou meio sem tempo para preparar um post interessante, mas vou escrever poucas linhas sobre o curso de adaptação. Como todos que lêem minhas postagens sabe, o tal curso é bem puxado. As matérias são muitas e são"jogadas" de balde, rs
No começo (F91, F92 e F93), uma matéria pode ser dada em 2 ou 3 aulas. No F94 (a última etapa), cada aula é um assunto diferente. Não que seja coisa do outro mundo. Fisiologia, sinais e sintomas, etc, é igual em todos os países! Mas, o fato de estarmos estudando em outra língua faz toda a diferença. Pra todos quem vem do Haiti, do Marocos e de todos os países que falam a língua francesa como língua segunda...fica beeeem mais tranquilo.
E no meu ponto de vista, é essa a grande dificuldade. A língua. Como eu já tinha 1 ano de Montréal quando comecei meu curso e já tinha feito 8 meses de francês, deu pra acompanhar bem as aulas. Mas, conheço algumas pessoas que falam espanhol, não tinham estudado bem o francês, foram reprovados no primeiro ou no segundo módulo, justo por causa da língua. Nada impossível...nada disso...mas que é bem puxado, isso é.
Bom, estou no F94, a última etapa do curso (num total de 7 meses no cégep Edouard Montpetit), fazendo estágio. Professores super mega exigentes...pra variar!
O hospita Charles LeMoyne (onde faço estágio) é um hospital universitário. Gostei muito de lá. Tem tudo que você precisa para trabalhar: de medicamentos a utensílios, não vi faltar nada (ainda, rs). Tem utensílios muito práticos para facilitar o dia a dia. Por exemplo: você faz uma coleta de sangue e no seu próprio setor tem um sistema de envio, que é tipo um painel e você coloca as amostras dentro de uma cápsula (système de capsule pneumatique, o nome desse tipo de transporte) aperta o nr do laboratório...e voilà...a cápsula vai parar lá no laboratório. Daí, vc recebe, no seu setor, os resultados dos exames (todo setor tem seu PC, e sua impressora. E funciona!). Esse sistema de comunicação tem conexão com quase todos os setores dos hospitais. Muuuito prático.
Para vocês terem uma idéia do sistema, para quem não conhece, clique aqui e veja o seu uso em "applications médicales".
Na semana passada nossa professora de estágio nos disse que o diretor de RH quer marcar um café conosco (chique, né? rsrs) para oferecer vagas disponíveis para enfermeiras no hospital. Como aqui falta muita enfermeira mesmo, eles já tentam "laçar"a gente no último módulo do curso.
Dia 31 de março voltarei para dizer se eu passei no temido F94. "Tam tam tam tam tam..."
Bisous e até lá :))
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Prêts et bourses
Salut :)
Estava devendo um post sobre prêts et bourses pros interessados no assunto. Na verdade, é bem mais simples do que a gente pensa...
Estava devendo um post sobre prêts et bourses pros interessados no assunto. Na verdade, é bem mais simples do que a gente pensa...
Dei entrada no prêts et bourses para dar uma ajudinha financeira por aqui, porque a coisa tá preta, rs
O curso de adaptação é um processo que pra uns demora mais, pra outros, menos. E, com o passar do tempo, o dindin começa a minguar, rs
Então, falando sério, eu comecei o
curso dia 12 de setembro e na mesma semana já marquei rendez-vous no bureau d'aide
financière aux études. Primeiro, a gente faz o teste en ligne que
aparece no site deles, esse aqui http://www.afe.gouv.qc.ca/,
para fazer uma simulação de cálculo. No dia do rendez-vous, você já leva
seus documentos, que ele pediu antes. É somente para isso (para entregar os documentos).
Mais ou menos uma semana
depois você recebe no seu e-mail um aviso para procurar o bureau e pegar
sua carta para ir ao banco. Daí, você vai ao banco (se você não tiver conta, é
só abrir uma).
O detalhe é que vc tem que marcar um rendez-vous no banco antes de ir, porque aqui tem rendez-vous pra tudo!
O detalhe é que vc tem que marcar um rendez-vous no banco antes de ir, porque aqui tem rendez-vous pra tudo!
E tem banco, como o Desjardin, que não aceita conta conjunta, tem que ser individual. O banco vai pedir de 1 a 2 semanas
para dar uma resposta da parte do prêts (porque o bourses você já
conseguiu, nessa etapa). Meu dinheiro entrou na conta dois dias depois.
De todas as pessoas do meu curso, o dinheiro entrou super rápido na conta. O processo é fácil e rápido. E toda ajuda é bem vinda :)
De todas as pessoas do meu curso, o dinheiro entrou super rápido na conta. O processo é fácil e rápido. E toda ajuda é bem vinda :)
Abraços e boa sorte.
Museu de ciências de Montréal
Salut
A sumida e muito ocupada aqui (hehe) veio hoje contar que fomos ao Montréal Science Centre (hoje, dia 29/12, portanto, post quentinho :)) Eu sei, coisa difícil por aqui.
Então, o museu de ciências de Montréal fica no Vieux Port e está com uma exposição temporária de dinossauros, que vai até 11 de março de 2012. Como meu filhinho de 6 anos a-do-ra dinossauros, fomos lá hoje, com a maior coragem, sim, porque com menos 16, haja coragem!!! E olha que estava frio! Daquele frio de doer os ossos do rosto.
Vou mostrar umas fotos que tirei...e um videozinho também :) As imagens não estão muito boas, a máquina não é das melhores (tem que botar a culpa em alguém, rs).
Rio São Lourenço congelado (Vieux Port)
Fer e os meninos
Eu e os meninos na entrada do museu
Abraços
A sumida e muito ocupada aqui (hehe) veio hoje contar que fomos ao Montréal Science Centre (hoje, dia 29/12, portanto, post quentinho :)) Eu sei, coisa difícil por aqui.
Então, o museu de ciências de Montréal fica no Vieux Port e está com uma exposição temporária de dinossauros, que vai até 11 de março de 2012. Como meu filhinho de 6 anos a-do-ra dinossauros, fomos lá hoje, com a maior coragem, sim, porque com menos 16, haja coragem!!! E olha que estava frio! Daquele frio de doer os ossos do rosto.
Vou mostrar umas fotos que tirei...e um videozinho também :) As imagens não estão muito boas, a máquina não é das melhores (tem que botar a culpa em alguém, rs).
Rio São Lourenço congelado (Vieux Port)
Fer e os meninos
Eu e os meninos na entrada do museu
Os meninos
Abraços
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Chegada do inverno
Salut :)
Teoricamente, o inverno só chega dia 21/12. Mas, como no Québec tudo é diferente :) ainda não é inverno e já faz muito frio faz tempo.
Tivemos nossa primeira neve que foi dia 29/11. Acho que caiu entre 5 e 10 cm de neve (acho). Ficou bonito, tudo branquinho, mas já acabou. Ainda bem, hehe. E espero que demore para voltar! Olha só, não que eu não tenha gostado...sabe...até gostei...mas...CARA...é looongo demaaaaais, rs
Fotinhas
Ottawa
Abraços
Teoricamente, o inverno só chega dia 21/12. Mas, como no Québec tudo é diferente :) ainda não é inverno e já faz muito frio faz tempo.
Tivemos nossa primeira neve que foi dia 29/11. Acho que caiu entre 5 e 10 cm de neve (acho). Ficou bonito, tudo branquinho, mas já acabou. Ainda bem, hehe. E espero que demore para voltar! Olha só, não que eu não tenha gostado...sabe...até gostei...mas...CARA...é looongo demaaaaais, rs
Fotinhas
Enfermeiros colegas do curso de adaptação (da esq. p dir.: brasileira, marroquino, eu, peruana)
Abraços
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Musée des beaux-arts
Salut :)
Hoje tive folga dos meus estudos. E dos meninos, rs. Como eles estavam em suas respectivas escolas, aproveitamos (eu e o Fernando) esse dia "sem crianças" para ir ao museu de belas artes de Montréal ver a exposição de Napoleão, que é gratuita e que eu queria ver há algum tempo.
Gostamos muito, apesar de achar que poderia ter mais objetos.Todos os utensílios de prataria (cozinha) eram ricos em detalhes.
Vai uma amostrinha para vocês :) e fica a dica para quem estiver vindo, se gostar desse tipo de programa cultural. O museu de belas artes sempre tem várias exposições gratuitas. Vale conferir.
O busto de Napoleão.
O famoso chapéu.
Objetos decorativos do seu castelo.
"Retrato" do poderoso :)
Objetos pessoais.
Colar e brincos de ouro, diamantes e esmeraldas usados pela imperatriz em momentos ditos "sagrados".
Nóis :) e o Musée des beaux-arts ao fundo.
Sem referências, rsrs
Busto da imperatriz Joséphine.
Abraços
Hoje tive folga dos meus estudos. E dos meninos, rs. Como eles estavam em suas respectivas escolas, aproveitamos (eu e o Fernando) esse dia "sem crianças" para ir ao museu de belas artes de Montréal ver a exposição de Napoleão, que é gratuita e que eu queria ver há algum tempo.
Gostamos muito, apesar de achar que poderia ter mais objetos.Todos os utensílios de prataria (cozinha) eram ricos em detalhes.
Vai uma amostrinha para vocês :) e fica a dica para quem estiver vindo, se gostar desse tipo de programa cultural. O museu de belas artes sempre tem várias exposições gratuitas. Vale conferir.
O busto de Napoleão.
O famoso chapéu.
Objetos decorativos do seu castelo.
"Retrato" do poderoso :)
Poltrona.
Objetos pessoais.
Colar e brincos de ouro, diamantes e esmeraldas usados pela imperatriz em momentos ditos "sagrados".
Nóis :) e o Musée des beaux-arts ao fundo.
Sem referências, rsrs
Busto da imperatriz Joséphine.
Abraços
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